Em uma mudança de posicionamento, a ABGLT deixa de apoiar o texto de até então para pedir uma lei extremamente rigorosa. “Não podemos e nem faremos mais concessões. Queremos um projeto que não hierarquize discriminações e violências. A violência que atinge uma pessoa LGBT deve ser penalizada da mesma forma que a violência que atinge uma pessoa judia, negra, indígena, com deficiência, uma mulher... qualquer pessoa, inclusive já há leis neste sentido. Enfim, queremos um projeto autêntico”, diz Toni Reis.
Fonte :Mixbrasil
Nenhum comentário:
Postar um comentário